terça-feira, 23 de outubro de 2012

Branca Flor, o Príncipe e o Demónio


Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 2º ano de escolaridade destinado a leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade II.

A história Branca Flor, o Príncipe e o Demónio faz parte da tradição oral transmontana. É uma história que vem do tempo dos reis, dos castelos e das fadas, e que os avós, quando meninos, já ouviam contar aos seus avós. É portanto uma história que percorreu muitas gerações e muitas terras, trazida por jograis, trovadores e almocreves.

Mais informações:

http://www.wook.pt/ficha/branca-flor-o-principe-e-o-demonio/a/id/40764
 

As Três Touquinhas Brancas


Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 2º ano de escolaridade destinados a leitura orientada na sala de aula.


Ilustrado por Jorge Miguel, o livro é constituído por quatro histórias recriadas a partir de documentos da tradição oral transmontana (“As três touquinhas brancas”; “A menina, a madrasta e a fada”; “O gigante e o anão”; “Maria da Silva, pastora e rainha”). São histórias do maravilhoso infantil que encantaram gerações e gerações, e onde é incontornável a presença de algumas figuras da mitologia popular, como o lobisomem, a fada, a madrasta e o gigante olharapo. Histórias de grande alcance formativo, onde a ludicidade do imaginário ajuda a perceber, junto do público infantil, as dicotomias entre o bem e o mal, a lealdade e a hipocrisia, a verdade e a mentira, a humildade e a opulência, ou a desilusão e a esperança.
 
Mais informações:
 

Histórias de Natal Contadas em Verso

 

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para projectos relacionados com o Natal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.

Histórias de Natal Contadas em Verso é um livro que procura recuperar o imaginário natalício nas suas expressões mais originais e mais puras. Por isso, nestas paginas, o conceito de Natal aparece rodeado dos valores universais da amizade e da fraternidade, seja no teor das histórias seja na simbologia das personagens: o palhacinho, o gaiteiro, a moleirinha, os pastores, os três reis do Oriente, entre outros.
A enriquecer o livro, há ainda uma pequena peça de teatro de Natal ( " A Procura de Uma Estrela " ) para ser representada pelos mais pequenos na sala de aula ou em festas natalícias, e que pode constituir-se num excelente instrumento também para professores, educadores e pais.

 
Mais informações:
 
 

A Princesinha dos Bordados de Ouro



Sinopse da editora (divulgada em 1996):

É uma história de amor, quase impossível, entre uma princesa e um jovem plebeu que por ela “pagou” vinte moedas de ouro. Uma história que nos transporta para o tempo longínquo e indefinido do “era uma vez”, e que trata de mouros, raptos, cativeiros, mercadores, e, como não podia deixar de ser, de um rei severo, um palácio e… um misterioso arlequim. As ilustrações pertencem ao jovem e promissor artista plástico José Saraiva.


Mais informações:

www.wook.pt/ficha/a-princesinha-dos-bordados-de-ouro/a/id/125978
 

Chovia Ouro no Bosque


Sinopse da editora (divulgada em 1996):

Trata-se de um conjunto de histórias para crianças, concebidas para fomentar nelas o gosto pela leitura, associado ao prazer de recuperar, através do livro, os hábitos tradicionais de contar as histórias em família, sobretudo nos longos serões de inverno. É por isso inevitável a presença de fadas, encantamentos, mistérios, tesouros, lobos maus e outros animais que falam. Os títulos da histórias ("O galo vaidoso", "O pastorinho e a fada", "A história de três animais vadios", "Chovia ouro no bosque", "O mistério do velho moinho" e "O lobo faminto e a raposa matreira") são, por si só, uma boa sugestão. Igualmente sugestivas são as ilustrações da obra, da autoria de Onofre Varela.
 
 
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domingo, 21 de outubro de 2012

Manuel António Pina



São sempre muito escassas e frágeis as palavras quando queremos traduzir os sentimentos mais profundos da amizade e da admiração no momento em que vemos partir um companheiro.

Manuel António Pina, sepultado hoje na cidade do Porto, deixa a sua marca no tempo. Deixa-a nos livros e nas páginas dos jornais e revistas, mas deixa-a em especial no coração dos que tiveram a sorte de o ter por perto. Foi a seu convite, enquanto coordenador da secção cultural do JORNAL DE NOTÍCIAS, que aí iniciei a minha colaboração a partir dos finais do século passado, após ter abandonado vinte anos de jornalismo profissional.

A cultura fica agora mais pobre, todos o dirão, ou não tivesse sido um dos autores mais premiados da lusofonia. Mas pobre fica também a cidadania, onde o eco de vozes corajosas, sábias e responsáveis, tanta falta faz.


Alexandre Parafita
In Diário de Trás-os-Montes
 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Aquilino Ribeiro Machado

Filho do escritor Aquilino Ribeiro, de quem herdou a fibra de intelectual interventivo, e neto de Bernardino Machado, que foi duas vezes Presidente da República nos anos conturbados do primeiro quartel do século XX, Aquilino Ribeiro Machado faleceu anteontem à noite, com 82 anos de idade. Foi o primeiro presidente da Câmara Municipal de Lisboa eleito após a revolução de Abril e fora também um dos fundadores do Partido Socialista. Deixa um historial de vida que importa conhecer e honrar.
Senhor de um pensamento lúcido até ao fim da sua vida, deixou escrito já perto do termo dos seus dias: «A democracia cada vez se assemelha mais, entre nós, a uma velha mangueira carregada de água, que aqui está cheia de bossas e à frente magrinha pelo fluir menos afogado da corrente que a atravessa. Quer no sitio das bossas quer no dos estrangulamentos, ameaça, a todo o momento, rebentar.»
Uma grande lição para aprender e ter bem presente nos dias que correm!
Alexandre Parafita
In Diário de Trás-os-Montes